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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Forense

Alma vendida
Apagando...
Caindo sobre o lado errado do cinzeiro – o câncer –
E era o prazer no olhar,
Enigmático, mas tentador.
A taça do gim transparentável – (tóxico) – o refletia;
Em seu reino sobre outros... (soberba)
Induzindo-lhes, corrompendo, e comprando-os; -ferindo-os –
Pois amigos não tinha, era coexistente ao silêncio,
“A ausência” presente – e assim existia,
Sobre a face da terra, envolto no gim...
Sabe-se que ali esteve;
“Pena não saber quem o foi...”.

(Finalizada em 8.6.2007).

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