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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Xangrilá

[Encare-se o âmago dóreo de minhas faces]
Jazes entre os infernos de meus poemas;
E tua alma “ciana-escarlatina” escreve minhas palavras,
Entre os caídos,
OS PECADORES...

Pois sois como o ferro em que trabalho
Forjo minhas espadas e escudos,
Sacrifico minha carne,
Purifico-te.

Até os anjos nos invejarão,
Teremos as chaves dos céus e infernos,
Alar-nos-emos e cairemos entre os podres,
Julgaremos magos e poetas,
E apagaremos ao luar.

(Finalizada em 2007).

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