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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Universo e Egoísmo...

Quantas as estrelas cujo infinito é tão impróprio quanto o universo.
Um universo em mim, almejando conhecimento; almejando o lugar de deus...
Ser único, sozinho na rua, nos fascínios teus.
Sei e confesso que é um desejo um tanto perverso,
Mas queria para mim essa nebulosa de ciência...
Tornando a vida mais clara nesta selva de sóis, em minha deficiência.
Com Cristo no pescoço e o diabo na cabeça...
Onde em mim nada se faz; nada se cria, segredos cujos demônios persistem.
E o passado volta a me sucumbir até que eu apodreça...
Pois aqui jaz luz onde hoje trevas persistem.
Memórias...

Uma hora inverto a mesa,
Crio um modo para confundir o destino...
- Tempo, espaço,
Nada é relativo,
Nada é real... -
...Chuto este balde de merda.
O surrealista, magoando as pessoas...
[Elas que se fodam]
... E me coloco antes disso tudo;
Refaço minha vida.
Os ventos mudam, e o meu destino se apaga...

(Finalizada no finzinho de 2006).

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