O som, a neblina vasta,
Vã, incompreensível, invade-me...
Fulgor em água maldita degrada-me.
Espírito em música mata.
Um homem de olhos cerros, via-se,
Em rebusqüosas de púrpura-magenta,
As desgraças do mundo que o alimenta...
Lacrimoso firmara em solo criar-se...
Era fato estendido a métrica disposta
Triste fora hoje em mais chuva que gosta
Seria vago...
Pois Barcelona era mais uma cidade
E dele nada lá fazia em verdade
Sim, estive vago...
(Finalizada em 31.3.2007 às 14h40min).
Sobre o autor...
- o Francês
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
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