... Um anjo de laminas negras
Acompanhara-me durante meu sórdido caminhar;
“Um noturno destino...”
E ele já era tão adjacente a mim, que atravessei a noite num lugar seguro.
Não esqueci, apenas não percebi mais o passado,
...[Uma saída nas formas escarlates]...
Arrancando segredos meus;
Nos vãos, nas ruas,
Nas bocas encostadas,
Na noite que já não era mais tão abominável...
Pois os meus sapatos seguiram, sós.
E eu fiquei ali, eternamente...
(Em 2007).
Sobre o autor...
- o Francês
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
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