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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Borboletas Egípcias...

No princípio tudo era fim
Minha alma vazia. – Antitica – MÍTICA
Separa; destrói, tira-me do eixo e transparece nos olhos...
OU ALGO FRIO ASSIM...

– MUDO, inconseqüentemente,
Entorpeço e me perco... –

...Meus ópticos-nervos já não me revelam,
Os vasos secam, a carne apodrece,
E meus pelos param... – Crescem!

Duas borboletas que me vêem não compreendem a dor,
E o gosto que isto me trás.
Elas duas transformam-me em casulo, – ME ANULO!
A minha dor escapa, vaza aos meus olhos, – SE FAZ!
[Um holocausto de sentimentos]
Consumindo na fibra que me protege, – REGE...
Como um rei de um novo Egito, morrendo por renascer.

(Em algum lugar em 2007).

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