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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Pedra Lunar

Doce, como a pedra que voltou da lua...
Tinha os olhos humanos todos para si,
[E estava só].

Ora fora o acumulo do pó de tua rua,
A pedra filosofal de tua época, o elixir...
[Agora é pó].

De teu véu o mundo esquecera; de tua lua...
O céu da minha boca dando notas em mi,
Bemolisadas em dó...

Correndo, em teu ouvido, nua e crua;
Como uma noite, quisera o luar para si...
E estive só...

(Finalizada em 3.4.2007 às 14h56min).

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