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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Álcool ao Meio-dia... *

Não quero teu amor,
Quero só te curar – Cicatrizar
Toda a dor...
E na cama te jogar;
Fazer-te gemer – TREMER!
Deitar – Dominar
MALTRATAR...
Como o canalha que sou,
Estavas certa quando me negou... – Pois não quero te levantar
Quero de vez te derrubar,
Divertir-me com teus medos – NAQUELES SEGREDOS
Em marcas eternas – abrir tuas pernas e devorar...
PENETRAR – curar,
Brincar e abrigar...
FAZER TEU SANGUE JORRAR... – Um homem sem coração!
...
[Sim baby, sou um Clint Eastwood]
E o vento não vai mais soprar por onde passar
Nada será como será... – Basta jogar.
Pois quero te amar – NA MENTIRA!
Na tua ira. – Nunca serei quem sou
Algo longe de quem te amou...
E sangrou...
Não quero teu amor, baby!
Quero teu vestido rasgado – JOGADO
No azulejo – O QUE MAIS DESEJO
No piano, sem dizer “que te amo!”
Só sexo, PERVERSO – Imerso...
Nos impulsos – REPULSOS!
Avulsos ao submundo dos lençóis, das rosas...
FORMOSAS; pétalas incertas convertidas em libido...
[Sim baby, UM PERVERTIDO]
...
USAR, ENJOAR, DESCARTAR...
Segue o vocabulário, - meu anuário;
De donas, a ladrona do meu tempo;
A canastrona de minha canalhice... – VIGARICE!
Dona dos pensamentos desse cão! – AFLIÇÃO!
SUJEIRA – Percepção...
De que pode ter, e aprouver – MORRER OU VIVER!
Sem amor...

Não quero teu amor!

(Finalizada em 18.9.2007 às 15h05min. Só eu posso saber o que pode dar certo, procuro já não botar a perder por amor, por besteiras fúteis – coisas humanas inúteis – E nada será como a dor, como o amor, como a conversa dos canários franceses... Nada será como a tristeza alheia, como a tua centelha que despertará o amor).

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