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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Escusa Razão

Para aquele que vê minha queda falante
Escuta e perdoa-me, pois sou a carta da ilusão.
A ultima escolha, hino da quimera de AUGUSTO, o errante.
E ora já fui cabo a sua razão;
E que razão é esta que tão furtiva
Escusa-me de minha realidade
Torna-me fogueira em sua vaidade
E estas suas tão funestas;
ESTAS! Injustas e sujas, onde minha boca sangra; ativa;
Onde ela recorre ao perdão de tua saliva...

(Finalizada em 22.2.2007).

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