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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Carta do Soldado Anônimo

Amo-te,
Que dizes, fazes ou pensas...
Cria-me, recria e satisfaz.
Do sol o calor, ardor sagaz.

Mas quero que tu saibas; hoje me alentas.

Eu que exposto em outra terra.
Penso na volta, e você na porta pronta pra me amar...
Mas se aqui, eu, morro as coisas podem mudar.
Do homem, chorando as lágrimas duma guerra,
...
Pela mulher que ficou para lhe deixar.

(Finalizada em 2007).

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