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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Novo Mundo, Brasil

Como que por beleza as ruas são sujas...
E tão imundas estas; de latas, suor e putas cruas.
Batizei-me “duas vezes” no lodo ciumento;
Procurei “outras mais” pelo seu alento...
Gosto disto, gosto dos dias cinzas e frios;
Chuva de pedras-pomes e nádegas em teus rios.
Assisto ao “desmoronar da sociedade” humana;
Critico-te e construo-te, “minha forma urbana”!

...
“Em um novo mundo...”.
_Oh, velho mundo, cheio de nobreza e honrarias!
_Oh, velho mundo, se não notou, estas eram minhas zombarias!
...
Construo, caio e vou ao fundo;
Chafurdo aos porcos, à grandeza deste mundo.
...

Dentre “brados retumbantes”
Tem meu povo relutante;
Procuro “limpar-me desta sujeira”;
Ou talvez “tapar o sol com a peneira”
E condiz; de mãos atadas às promiscuidades de nossa ambição;
Memórias de um país de “sacos de pancadas”, as verdades de nossa criação...
Pois uma única vos grita senil:
Grita sola: _ Pátria amada, Brasil!

(Finalizada em 28.8.2007 às 15h04min.
Amo à pátria que me atordoa;
Amo-a como a mulher que me trai!).

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