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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Riso Prata

Num jeans rasgado
O ser amargo – como whisky.
E ruas – suas escolhas.
Boas, raras – cara a cara com o carcará;
O tempo se esvai;
O homem se trai...
E o que virá – um ganho acanho...
O carcará em seu curso mediterrâneo!
...
E ele vai brilhar – jogar,
No fim da alta tecnologia
Por mera psicologia – “o crime formal”
Natural aos teus anéis – afeeis...
A brindar ao carcará.
...
E é tão ativo – o “bicho vivo”;
Ligado ao resultado, pelo rabo...
INANIMADO – criando para seu crime
Na vitrine da razão – sem repercussão
NÃO! – Relevante?
Então se levante – ande adiante
Bata nas teclas – cegas,
E mesclas aquele bolo,
Neste rolo de linha – MINHA!
...
Treze vezes te neguei – E peguei;
Eu sei! – Talvez por não saber,
Ou crer... – PECAR, PECAR, PECAR!
Em mechas de cabelos – Solos
De cartas de amor, e flechas de um cupido.
Perdido pós-carcará – Um desastre
Sem punição – Ambição em desgaste.
Oh traste!
...
Uma sonda lunar – Nas ondas do mar
De ilusão...
E tu homem, e tua visão.
Some – sobrevive em ambição – E FOME!
Do homem, que agora é carcará!

(Finalizada em 27.9.2007 às 17h35min. Durante a classe de “Direito Penal”; novamente como que por brincadeira, e resultou em algo leve e bom...).

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