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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Adeus, Jamais!

Eu estava lá quando você o amou...
E quase que vi quando ele lhe negou
A todo esse amor – Que dor!
_ Eu estava lá.

A dor solitária
De uma canalha – eu também senti
Ver você ali...
Eu sorrindo – ELE INDO
E você, chorando... Me perguntando:
“Por que tinha que ser assim” – Mas eu, não responderia por mim
...
Menti, friamente calculado – Poeta de si enganado
Ouvindo seus problemas e almejando – DISFARÇANDO...
Para não a pegar!
...
Agora conversa comigo; como a um amigo...
E seu segredo confidencie – Tuas feridas evidencie
[Mas não se envolva, por que]
Sei que não sou o que você quer! – Mas você sim mulher.
E agora eu aqui
Fazendo você sorrir. – REFLETIR...
Mas sou homem também
E como ele, posso errar... E errar como ninguém,
...
Ferir-lhe talvez mais que fez ele
E talvez fazer você esquecer aquele; que você viu ir.
...
Sorrir!
Mentir! – Que combinação amarga de vida...
Uma história... PERDIDA... Sem fim
SEM INICIO... Assim!
[É tão “eu e você”]
[É tão “ele e você”]
Assim, quem te quer – QUEM TU QUER
Quem não te quer... Por isto acorda mulher!

Eu estou aqui – ME USE
Abuse de mim,
Em fim submeta-me a sua vontade – E QUE MALDADE!
Jogue fora o que consome – MATA MINHA FOME...
...
[Esqueça quem te fez sofrer... e tente!]
[Uma vez apenas tente não se envolver]
... SOFRER
Confie-me – alie-me ao seu prazer
Pois quero fazer você crescer...
Ver o que não pode ver...
E poder sentir algo na historia sua que a faça rir...
Mas agora... BASTA QUERER ME OUVIR.
[Tudo ocorrerá bem. – Talvez você encontre alguém].

(Finalizada em 18.9.2007 ás 13h05min. Para uma colega de classe, que mesmo assim bela, encontra o seu caminho na sinuosa rua dos relacionamentos perdidos...).

Um comentário:

Unknown disse...

Eu sempre leio.
Eu sempre lembro.
Está distante e ao mesmo tempo perto.