Teus cabelos amarrados carregam-me, agora;
Pra um lugar na nudez dos meus olhares,
E despir-te-ei em minha mente afora...
E às tuas peles tirarei
Para quando erótica ficares...
_ Sei que me perderei.
Por ora, de mente vou-me embora...
E quando teu homem chegar
(e ele vai voltar)
Digas-me que não será boa hora.
Assim, quererei teu pescoço nu em mim;
Envolto em minha boca
Como nossa luta sem fim...
Oh! Saio e vejo que tolo fui quando te deixei a ele;
“Que tragédia louca!”.
E que inveja amarela; sinto eu dele.
...
Teu amor é meu,
E o meu é teu;
Digo a vos: _ Um dia te roubarei
Daquele que a pouco invejei...
E te farei minha;
Uma luz em minha sina.
(Finalizada em 23.8.2007 às 20h24min. Observando uma colega de classe).
Sobre o autor...
- o Francês
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
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