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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Cornversa à Três...

Dissera ela de nosso “pacto canalha”:
_ Isto não é admissível!
A olhava, eu, perverso e ressonava:
_ Claro que é admissível;
_ Agora tudo o é!
...
Dos olhos “dele” ao meu que buscava:
_ Um cínico, um jogador;
_ Um ”depravado!”.
_ Tarado!!!
...
_ Oh, quantas injurias de minha boca tu quer?
...
_ Só que tu ornes meu nome em “canalha!”.
...
_ Tu homem, és forte;
Que mesmo; arrogante, perverso e vil...
A derrubas em teu leito de morte
“Um prepotente ardil!”.
...
Senti teu corpo quente em mim;
Tinha me violentado e eu não fugira...
_ Em ti em fim!
E já não tinha ira...
_ Nem me senti envergonhada;
Menos ainda me sentiria irada.
_ Tive um orgasmo!

Oh mulher, a mim sobra apenas “o olhar do homem pasmo”!
...
_ Por um dia, dois dias;
Fez de mim o que quis...
_ Não; fiz de ti o que querias!
E todo o resto; também o fiz...

_ Cala-te!

_ Faça comigo o que quiser!
Em cima de mim, dentro de mim!

_ Cala-te mulher!

_ Faço de ti “minha” mulher;
Embora não deixe meu festim...

_ Veja mulher, este homem te trairá;
Como traiu a todas as outras...
_ Como trais teu marido!

_ Cala-te! Que por ele meu amor cairá;
E nem me pronuncieis “as outras”...
_ Já não cultivo meu ciúme ferido!
...
_Pouco importa se para ti já não existo;
Ou se ele, “O SEVO”, é este errante.
...

_ Uma história morre após isto;
E ela honrara o nome do amante.

(Finalizada em 28.8.2007 às 11h03min. Imagino nesta o marido A deparar-se com a mulher e o amante na cama).

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