Da bandeira, branca, carrego a pureza...
Em alíneas tortas me apego a destreza da minha letra mundana
Profana! Minha palavra se encerra em formas hábeis;
Humana língua traduzida da paz à guerra em horas contáveis.
Pá-pá-cába! – Pá-pá-cába...
(Finalizada em 3.9.2007 às 21h25min).
Sobre o autor...
- o Francês
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
Veja meus outros livros (no blogspot.com)...
sábado, 29 de novembro de 2008
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