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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

domingo, 16 de novembro de 2008

Palavras de um Xangrilá Francês

Palavras boas de um tolo poeta triste,
Que maldiz sua língua e gruía-se na franqueza velha que o persiste;
Ora, hienas sorriam de suas desgraças no crepúsculo banal,
Ou lobos, caninos cinzentos que cultuam a lua em sua seita carnal.
E Morpheus amanha me recriará em peças de mogno e veludo,
Para depositarem seus traseiros, os reis, sobre o mundo...
Num “vermelho” e “Azul celestial”. – ...
_ Há de lutar gaulês franzino, há de lutar saxão bávaro!
_ Há de sonhar cavalo-marinho; tente chorar homem avaro.
E cultuada lingüística lhe impedirá a vida;
Assim permutada sua escravatura que será mantida...
_ Cativo! – _ Criativo!
Psicografas mensagens profanas, e em rotas transformas teu pecado...
Em melodias afanas, um homem que se deseja, e já não pode ser amado.
_ Analfabeto, assim segui até me resgatarem...
_ Incerto, como a todas as almas que chegarem.
_ “Em fim! – _ No fim...”.
Transgrido, eu, a forma antiga de meu xangrilá;
E “saio poeta” para nos ouvidos teus mimar.

(Finalizada em 28.8.2007 às 14h15min. Na “Biblioteca Central da UNIVALI”, como que por brincadeira).

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