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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Non Sensus...

Em palavras sabias, falo eu!
De coisas surreais e natureza morta.
Por hora lembranças de tudo o que fora meu,
Em fotografias rebuscadas em minha aorta.

– Borboletas, mariposas;
Amantes e esposas. –

As mãos denotavam as fulguras do luar
E o artista, pincelava áureas formas...
Olhos. Alma; pés e mar... – Quisera eu estar onde pudesse estar! –
A maquina ferirá, amantes, mundo a fora.
Segundas intenções passam o relógio
– Hora com tempo, hora faltando –.
Quero-te esposa! Dê-me deste ópio
– Duma fuga correndo, volto andando –...

O amor é engraçado
Não como fora em meu passado,
E se agora confundo as palavras
Ou o leitor destas: “Non Sabias”
É por que errei
– Escolhas que não fiz
Beijos que não quis –
Selados em olhares que não dei.

– Canetas velas e tinta nanquim
Eu, velhos trapos e tu vestido em cetim – !

Uma segunda chance
Um último lance;
Estar distante
Ou ir à diante...
?

Transpiro velas acesas
Em formas de palavras velhas;
Jogo-te sobre a mesa
E mudo-te as idéias.
Por fim há quem vá dizer
Que velas são de se aquecer,
E deserto há de ser
Aquele que no finzinho do poema se perder!

(Finalizada em 21.8.2007 às 09h15min).

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