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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

sábado, 15 de novembro de 2008

Lennon Vs. Morrison

INTRODUÇÃO

Muitos homens hoje tentam corromper o mundo, e outros tantos são corrompidos; eles todos formam a serpente deste planeta, corroem a sociedade, me entristecem. Essa poesia é uma das quais mais me encantam embora me transfigure em pecado, e um pouco de maldade, fiz em um momento de amor; certa vez eu acordei deste modo, vi mais tons de azul no céu que vira em toda a minha vida, durou um tempo, e se foi como tudo em minha vida.

LENNON VS. MORRISON

Certa vez alguém me disse para imaginar todas as pessoas, vivendo para o hoje, vivendo em paz; eu imaginei, imaginei todas as crianças; todas elas insanas perdidas numa imensidão romana de dor, todas elas esperando a chuva de verão... E pediram-me para imaginar o fim das fronteiras, e das religiões também, e assim não teríamos motivos para matar ou morrer; mas a mim só foram visíveis os perigos ao fim da cidade e o assassino que acordara antes do amanhecer, calçara suas botas e disse ao pai que queria lhe matar... Imagine que o mundo será um só, e eu te direi que este é o fim, querido amigo. É o fim!
(Finalizada em 1.1.2007 às 18h09min).

Algo que muito me atrai são poesias suicidas, embora eu condene o suicídio, gosto dessa imagem de controle sobre vida e morte; acredito que muitos já perceberam que esta também é uma idéia que me seduz. Muitos homens todos os dias matam seus amores, são vítimas do ciúme, por amar demais, afogam o amor em brigas, matam-no; embora não seja exatamente disto que a poesia trata, fiz sobre o olhar sombrio do ciúme, e do amor também.

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