Em teu brinco perdido
Em artes cênicas no espelho!
Um nu sereno; um fardo caído...
No vazio do teu beijo.
Quietos! Pensamentos meus...
Esmaece-se em neblina torta;
Em gestos em palavras nos cigarros teus;
Em sentimentos fulos da tua aorta.
Quietos! Alforriamentos meus...
E desejo teu corpo; em golpes de adeus.
Doces alegrias nuas.
...
Em picantes vestes tuas.
...
[Somos animais, banais em fim].
Corto-lhe a carne, a garganta;
Vazo sangue teu;
Cubro teu corpo em minha manta
Dou-te aos braços de “Morpheus”.
[Dou fim a minha sina]
Olhe-me agora
Em nulidade
Vai... Em boa hora
E será verdade.
Tirei meu amor e junto sua vida;
Em meu inverno sem cor.
Quietos! Alforriamentos teus...
Crescem trazendo-nos aqui;
E estás morta!
[Agora]
Estou feliz por termos feito
UM ATO CARNAL PERFEITO!
(Finalizada em 1.9.2007 às 00h36min. A poesia psicótica sempre foi minha sina, não compreendo por que tento me afastar dela).
Sobre o autor...
- o Francês
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
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