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Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Uma Mulher como Qualquer Outra

Uma mulher como qualquer outra
Olhos, escuros e verdes;
As pálpebras levemente os cobriam
Revelava isto, o ar inquisitivo de sua persona...

– E eu já vira um rosto assim antes; –.

Fortemente delineados os traços seus,
E tão sérios...
Do queixo a fronte, que me provoca para tocar;
E um nariz fino e acometido aos seus traços
Denotando o significado as formas encontradas em seu rosto.
...

Seus cabelos caiam sobre ele, (o rosto);
“Cacheados”,
“Curtos”
E pretos... Paravam nos seus ombros...
“Desamarrados”, “despenteados”, mas belos mesmo assim.

– E talvez mais belos assim. –
...
– E eu já vira um rosto como este. –

Unhas vermelhas, um sutil gesticular...
E usava “jeans”, na calça, na jaqueta;
Botas, pretas... De salto...
E “gola role”, preta também...
Era ela assim, (eu também).
A professora, (e o poeta).
Viajando juntos. (e ela sorriu para mim).
...

(Finalizada em 20.8.2007 às 18h20min. No ônibus em direção a universidade. Quando uma bela mulher sentou-se próxima a mim).

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